Nem todos os maus cheiros se comportam da mesma forma. Uns desaparecem arejando dez minutos e outros voltam todos os dias à mesma hora. Saber qual tens à frente poupa tempo e dinheiro, porque cada um se ataca de forma diferente.
Este é o resumo dos cheiros que mais encontramos em negócios, com a sua causa real e o que funciona em cada caso.
Porque é que alguns cheiros incomodam tanto
A via olfativa está ligada às zonas do cérebro que gerem emoção e memória, o que explica que um cheiro provoque rejeição antes de se saber identificá-lo. A isso junta-se um fator prático: quem trabalha todos os dias no espaço habitua-se e deixa de o perceber. O cliente que entra pela primeira vez, não.
1. Tubos de queda e ralos
Porque cheira: os compostos de enxofre (mercaptanos e sulfuretos) detetam-se em concentrações mínimas, por isso basta uma fuga minúscula. A causa habitual não é uma avaria, mas um sifão que ficou sem água por falta de uso.
O que fazer: deitar água periodicamente nos ralos pouco usados. Se o cheiro persistir, é um problema de canalização e tem de ser resolvido aí. Um neutralizador ajuda com o cheiro residual, mas não repara uma junta partida.
2. Humidade e bolor
Porque cheira: compostos voláteis gerados por fungos em superfícies húmidas. Transmite sensação de abandono mesmo num espaço limpo.
O que fazer: localizar a infiltração e secar. Sem isso, qualquer outra medida é temporária. Depois, ventilação constante e controlo da humidade; o neutralizador entra no fim, não no início.
3. Lixo e resíduos orgânicos
Porque cheira: decomposição. Aumenta com a temperatura e com as horas.
O que fazer: retirar os orgânicos todos os dias, caixotes com tampa e lavagem do caixote, não só mudança do saco. A sala do lixo é a zona típica onde um neutralizador a trabalhar de forma contínua faz mesmo a diferença.
4. Fritos e cozinha
Porque cheira: a gordura em suspensão deposita-se em têxteis, tetos falsos e paredes. Por isso o cheiro continua presente quando a cozinha já fechou há horas.
O que fazer: extração bem dimensionada e filtros em dia, limpeza de superfícies gordurosas e têxteis. Na sala, neutralizar primeiro e aromatizar depois; nunca aromatizar por cima do cheiro a fritos.
5. Tabaco
Porque cheira: o fumo deixa milhares de compostos que se fixam na pintura, madeira, cortinas e estofos e se libertam aos poucos durante meses ou anos.
O que fazer: é o caso em que mais se subestima o trabalho prévio. Têxteis lavados ou substituídos, superfícies porosas tratadas e, em casos graves, nova pintura. Depois, neutralização contínua.
6. Casas de banho de grande utilização
Porque cheira: normalmente não é falta de limpeza, mas o intervalo entre limpezas.
O que fazer: é o cenário que melhor resolve um equipamento pequeno a funcionar de forma programada. O nosso PULSE cobre 7 m², a medida típica de uma casa de banho.
7. Animais
Porque cheira: ácidos gordos e compostos azotados presentes na pele, saliva e urina. É um cheiro constante, não pontual.
O que fazer: higiene de superfícies e têxteis, ventilação e neutralização contínua nas zonas onde estão os animais.
O que não funciona
Disfarçar. Um ambientador forte por cima de um mau cheiro dá uma mistura pior do que o cheiro original. A ordem é sempre: fonte, ventilação, neutralizador e, por fim, fragrância.
Para essa primeira camada trabalhamos com três neutralizadores (Aloe Vera, Cotton Fresh e Jasmim Neutral), pensados para casas de banho, cozinhas, salas do lixo e zonas húmidas. Quando o ambiente está limpo, a fragrância já trabalha a favor da marca e não contra o cheiro.
O equipamento escolhe-se pelos metros quadrados, programa-se por horários e pode ter-se em mensalidade a partir de 29,90 € por mês + IVA por equipamento, recargas incluídas e sem fidelização.
Se queres o método completo, está no guia para eliminar maus cheiros num negócio. E se preferires que vejamos o teu caso, escreve-nos a partir do contacto.


